Um autógrafo do pai da Mafalda

Este é um post atrasado. Fala do Quino, que é como assina o cartunista argentino Joaquín Lavado. Ele começou a publicar as tiras da Mafalda em 1964, e parou em 1973. Parou de produzi-las, pois a serem (re) publicadas continuam até hoje. Mafalda é aquela menina contestadora que vive numa família de classe média argentina. Faz rir e surpreende com seu senso crítico. E não tem nada a ver com este ser um post atrasado. Aliás, pelo visto, a Mafalda é atemporal.

Esse é um post atrasado porque o gancho dele seria a exposição O Mundo segundo Mafalda, criada para celebrar o meio século da personagem. A exposição esteve em cartaz em São Paulo, de dezembro a fevereiro. Porém a exposição seria apenas um motivo. Para o meu relato.

Então vamos lá. 2009 (achava que houvesse ido em 2010, mas não). Estou em Buenos Aires, aproveitando o feriado pascal. Vou à livraria El Ateneo, aquela que funciona no grandioso prédio do antigo teatro e cinema Grand Splendid. Estou percorrendo os livros quando o alto-falante avisa: em poucos minutos começará a sessão de autógrafos com Quino. Ouvi direito? Ele mesmo? O pai de Mafalda?

Sim, era o Quino, que vive recluso e não desenha mais. Mas que – depois de eu ter enfrentado uma fila não tão longa assim – me dedicou um autógrafo. E eu que sempre postO as imagens em tamanho médio, hoje selecionei grande.






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