Uma frase da Anne Lindbergh

Faz um tempo vi na tevê a cabo um documentário sobre o Charles Lindbergh. Em 1927, ele se tornou famoso como o primeiro homem a cruzar o Atlântico num voo solitário e sem escalas. Em 20 de maio daquele ano, decolou desacreditado e sem atenção (ninguém acredita que conseguiria) de um aeroporto no Estado de Nova Iorque. Levava consigo a roupa do corpo, alguns sanduíches de presunto e fato de que era intrépido. Aterrissou trinta e três horas depois em Paris, onde uma multidão o esperava. Há um empolgante capítulo sobre o feito em Os anos loucos: Paris na década de 20, de William Wiser, mas isso é só para situar esse post. 

Na verdade, esse post existe para reproduzir uma frase que me pegou, mesmo que eu não saiba se faz sentido. Em certo ponto do documentário, Anne Morrow Lindbergh fala sobre seus primeiros tempos com o marido. Ela, que se tornaria escritora, era filha de um diplomata americano. Charles Lindbergh a conheceu quando visitava o México, onde o diplomata estava servindo. Eles se casaram pouco mais de um ano depois. Anne disse o seguinte:

“O fato de ser amada e de me sentir assim mudou toda minha percepção de mundo. Charles me abrira a porta para o mundo real. Isso me assustou, mas eu tinha de entrar”.


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